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A VIDA É BUÉ DE CENAS!...

Coaching 370º
19 Janeiro 2017

Eu dei uma volta de 370º

A rotina nunca me apaixonou.

 

Ao longo dos anos senti várias vezes necessidade de mudar. De aprender mais, de compreender outras perspetivas, de conhecer novas realidades.

Costumo dizer que o mundo não é uma tela a preto e branco. O mundo é bué de cenas!

E temos um tempo limitado para experimentar tudo o que a vida tem para nos oferecer...

 

Por isso, a mudança é algo que não me assusta, bem pelo contrário.

Sempre que, dentro de mim, ouvi uma voz dizendo Está na Hora, não hesitei. Defini uma estratégia e mudei. E percebi que a minha estratégia é infalível. Nunca me deixou ficar mal, antes pelo contrário. Por isso, comecei a aplicá-la também no coaching aos meus clientes. E os resultados foram surpreendentes!

 
Mudanças bem sucedidas não acontecem por acaso. Dão trabalho, exigem muito de nós e requerem uma boa estratégia.

 

Decidi dar um nome à minha estratégia: Coaching 370º

 

É um processo, e funciona em 6 etapas:

- Avaliar o PONTO A: estado ou situação em nos encontramos antes da mudança

- Definir o PONTO B: estado, meta ou resultado que desejamos alcançar

- FORMAÇÃO: investir em formação, muita formação - cursos, especializações, pós-graduações, leituras, teses, estudos e tudo o que possa contribuir para sermos bons no que fazemos

- INSPIRAÇÃO: junto de pessoas, fazendo viagens, desenvolvendo novas perspetivas

- INTEGRAÇÃO: de todas as experiências e aprendizagens que fomos "amealhando" ao longo dos anos: aquilo que nos torna verdadeiramente únicos

- AÇÃO: agir diferente, sair em direção a novos rumos, novas metas, novos sonhos, novas soluções!

 

Encontrei neste processo a fórmula que poermite realizar verdadeiras mudanças.

Mudanças que ocorrem de dentro para forma. Mudanças que decorrem de forma serena, natural e definitiva.  

 

O processo de Coaching 370º  vai de encontro à essência de cada pessoa, respeita os seus valores, a sua ecologia e integra toda sua experiência como fatores de aprendizagem para iniciar qualquer mudança e dar um novo rumo à sua história.

 

Na vida, não adianta andar sempre a dar voltas de 360º.  

A magia só acontece quando arriscamos dar uma volta de 370º!

 

Se sente que este processo o/a pode ajudar também a si, não hesite! Agende agora uma sessão de coaching

 

Até já!

 

 

 

 

 

                                                                                               

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Comunicação Não Violenta
24 Maio 2016

Comunicar é uma necessidade tão básica e primária, que nos esquecemos de pensar na comunicação como uma ferramenta essencial nas nossas vidas.

 

Seja nas relações profissionais, sociais ou familiares, a forma como comunicamos não só revela muito sobre nós, como nos permite entender o outro e fazermo-nos entender a nós próprios. Manifestar as nossas ideias, partilhar os nossos pensamentos ou expressar as nossas emoções são algumas das necessidades que satisfazemos com este "instrumento".

 

Mas por vezes somos traídos neste processo… 

 

No início dos anos 60, o psicólogo clínico Marshall Rosenberg desenvolveu uma metodologia que designou de Comunicação Não Violenta (CNV).  Segundo ele, a chave para a solução de muitos dos nossos problemas reside exatamente na forma como falamos e como ouvimos os outros.

Rosenberg serviu-se de uma interessante metáfora para ilustrar os dois tipos de linguagem:

  • - linguagem Girafa 
  • - linguagem Chacal
  •  

A GIRAFA

A girafa tem o maior coração do reino animal.

Com um coração assim tão grande, a ideia é a de que as girafas ouvem com o coração. Ouvem sem julgar, sem avaliar, apenas observando; com empatia e com uma presença afectuosa. 

O seu longo pescoço representa a visão, a capacidade de ver claramente, a capacidade de se distanciar dos problemas para poder contribuir para a sua solução.

 

O CHACAL

O chacal representa uma energia mais frenética, mais rápida, mais cortante e até arrasante.

A linguagem chacal assume frequentemente a forma de julgamentos moralistas.

É uma comunicação focada em avaliar o que está certo ou errado, o que é bom ou o que é mau, o que está correto ou o que não está correto, o que está bem ou o que está mal.

Uma comunicação do tipo chacal conduz normalmente a formas de relacionamento mais desgastantes, mais divergentes e mais hostis.

 

Marshall Rosenberg é hoje uma referência fundamental quando falamos de comunicação. A sua metodologia é usada em contextos tão diversos como a educação nas escolas, a gestão e mediação de conflitos, a diplomacia internacional, técnicas de negociação, terapia, coaching, liderança ou gestão de equipas.

 

A comunicação não violenta não é só um modelo de comunicação eficaz e assertiva. É também uma forma de comunicação empática e aglutinadora.

 

É um modelo que nos permite comunicar com foco nos sentimentos: no que sentimos e no que sentem os outros.

Que permite uma comunicação mais objetiva, focada no presente e acompanhada de uma escuta ativa.

 

A Comunicação Não Violenta é uma forma de comunicar sem preocupações de julgar, interpretar ou avaliar.

É uma forma de comunicação mais humana e mais humanizante.

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O medo de falar em público

14 Janeiro 2015

Já alguma vez sentiste aquele formigueiro que, para algumas pessoas se torna quase ensurdecedor, de cada vez que têm de falar em público?

Ou talvez as pernas a tremer tanto, que ficaste com dúvidas se irias continuar de pé ou se, pelo contrário, irias literalmente aterrar?

 

E já alguma vez esse medo te impediu de realizar algo que desejavas muito?

Será um problema de timidez? De auto estima? Medo de falhar?

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Ficar à espera...

29 Dezembro 2014
Há um lugar no mundo onde muitas pessoas gostam de parar e onde gostam de permanecer… 
É um lugar onde nada de interessante acontece, mas onde as pessoas não se sentem responsáveis por coisa alguma. 
É um lugar onde acreditam que a responsabilidade pelo que lhes acontece é sempre dos outros.
 
Esse lugar chama-se Paragem.
 
Há pessoas que ficam na Paragem…
à espera que chegue o autocarro
à espera que que o avião parta
à espera que o telefone toque
à espera que alguém lhes diga como fazer
à espera que apareça um emprego
à espera que alguém faça alguma coisa
à espera , à espera, à espera…
 
E por ali ficam, esperando….
 
Se perguntarmos a essas pessoas porque não avançam, porque não fazem algo, porque não arriscam, elas arranjam sempre desculpas… É porque não podem, ou porque não querem, é porque estão cansadas ou porque têm medo, é porque não conseguem…. 
 
Enfim, elas acreditam que a  única coisa que conseguem fazer, é ficar à espera.
 
Assim, em vez de tomarem as rédeas da sua vida, de decidirem o que querem para si, de procurarem as soluções, de criarem as situações e de, definitivamente, assumirem o controlo da sua vida, estas pessoas preferem esperar que os outros falhem, esperar que os seus receios se concretizem e esperar, assim, que o inevitável aconteça.
 
E para estas pessoas o inevitável acontece mesmo, e vem acompanhado de um enorme vazio. 
O vazio de quem nada faz, para nunca falhar. 
O vazio de quem não ousa pedir, para não ter que ouvir um não. 
O vazio de quem fica à espera que a vida passe, para não ter que a viver verdadeiramente.
 
Porém…
A vida, não acontece na paragem.
Viver é fazer, é criar, é ousar, é falhar, é aprender. 
 
É ousarmos criar o nosso próprio destino e assumirmos inteira responsabilidade por ele.
 
Por isso...
Não fiquem à espera que o novo ano vos traga boas previsões!
Não fiquem à espera que a crise passe, que os miúdos cresçam, ou que a a oportunidade surja!
 
Criem o 2015 que vocês desejam, pois a única forma de prever o futuro é criando-o!
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