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A VIDA É BUÉ DE CENAS!...

Natal é Ser, é Ter ou é Fazer?
22 Dezembro 2017

Cada vez encontro mais pessoas que não gostam do Natal.

Cada vez escuto mais a expressão “Espero que o Natal passe depressa!”
Cada vez me mais me pergunto “Como pode ser diferente?”

 

O espírito natalício mudou. É verdade…

A tradição já não é o que era. É verdade

Mas talvez possamos pensar de forma diferente…

Sem julgamentos. Sem stress.

O que tem o Natal a ver com o TER, FAZER ou SER?

 

Há pessoas que valorizam muito a dimensão do TER. 

Estas são as pessoas que aproveitam o Natal para fazer muitas compras, para oferecer  muitos presentes e, assim, demonstrar o seu amor, o seu carinho e a sua atenção.

Claro que também valorizam receber um presentinho, por mais insignificante que seja…

E está tudo bem…

 

Há outras pessoas que valorizam mais a dimensão do FAZER.

São pessoas que demonstram o seu amor, o seu carinho e a sua atenção, fazendo algo.

Decoram a casa, embrulham presentes, fazem coisas para oferecer e estão sempre disponíveis para mais uma tarefa. Cozinhar, enfeitar, organizar, arrumar, preparar, sempre disponíveis!

Estas pessoas sentem-se felizes a fazer coisas.

E está tudo bem…

 

Há pessoas mais focadas na sua essência, no seu SER.

Para estas pessoas, o Natal é um estado de alma, algo que tem que fazer sentido para elas, que tem que fazer eco no seu interior. Se o Natal é paz, elas querem sentir-se em paz. Se é uma quadra da família, elas querem apenas poder estar (com a família). Se é sagrado, poderá ser importante cumprir alguns rituais.

Enfim, estas pessoas podem parecer pouco disponíveis mas, na verdade, é porque, para elas, as tarefas e os presentes não são assim tão importantes.

E está tudo bem…

 

E nós podemos julgar, exigir, criticar. E ficamos stressados.

Ou podemos apenas compreender, aceitar e respeitar.

E está tudo bem…

 

#avidaebuedecenas

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Eles falam, falam...
28 Agosto 2017

Ontem, enquanto saboreava um pensativo gelado, ao cair da tarde, na Baixa do Porto, pude assistir a um diálogo, no mínimo, surpreendente!

Diálogo? Ora oiçam…

 

Na mesa ao lado da minha sentou-se um grupo de 3 pessoas (duas senhoras e um cavalheiro)

Pelo que percebi, o casal acabara de chegar de Espanha e, entusiasticamente, partilhava com  a amiga aspetos marcantes da viagem.

 

Falavam, falavam, falavam…

E a amiga ouvia, ouvia, ouvia…

Eles muito entusiasmados e ela muito atenta…

 

A dada altura, eis o que escuto (e que observo pelo canto do olho):

  • - Olha, foi fantástico. Adorámos o restaurante x! Serviam mesmo bem! 
  • - É verdade. Foi muito bom - completava o cavalheiro.

 

E os pormenores íam-se sucedendo até que, a amiga, exclama:

  • - Bem, eu da última vez que estive em Madrid tive uma experiência incrível
  • - Vou mostrar-te as fotos (da comida, entenda-se)  - dizia a primeira
  • - Deixa estar - dizia o cavalheiro - não é preciso…
  • - É sim claro! Espera (e procurava no telemóvel)

A amiga continuava:

  • - Deixamos o carro estacionado numa rua no centro da cidade
  • - Eh pá! Não encontro. Não são estas, nem estas…
  • - Bem, fomos jantar 
  • - Olha estas são do outro restaurante..
  • - E quando chegamos, o carro não estava lá
  • - Ah! Espera! Estão aqui. Olha-me só para este aspeto…
  •  

A entusiasta senhora continuava, excitada, a relatar detalhadamente a cor, o tamanho, a disposição, a qualidade e a quantidade dos ingredientes que compunham a travessa.

Parecia um eco…

 

Eu ouvia com mais atenção o silêncio dos outros dois do que o ruído que a senhora insistia em fazer naquele final de tarde em Sta Catarina…

 

E  dei por mim a pensar…

Mas que raio se passa que cada dia parece haver mais pessoas a ficar surdas? Incapazes de ouvir? E incapazes de se calar?

 

Mas depois pensei melhor…

Não há dúvida que a experiência gastronómica daquela senhora foi muito mais importante do que aquilo que aconteceu com o carro da amiga… Evidente!

Então não é que até havia fotos de tão magnificente repasto!!!!!!

DAAAHHHHH!!!!

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Não gosto da minha voz!
21 Julho 2017

Hoje vou partilhar convosco uma experiência de Coaching Executivo.

 

Durante o último mês tive o privilégio de trabalhar com um Cliente (gestor de uma conceituada empresa nacional) que decidiu fazer coaching para trabalhar a sua voz.

 

Quando chegou até mim, este gestor de topo estava muito preocupado.

Segundo ele, a sua voz tinha um timbre pouco enérgico, pouco convincente e pouco carismático.

Esta era uma caraterística que o impedia, na sua perspetiva, de ser uma pessoa influente, assertiva e de ser reconhecido como um verdadeiro líder.

Por isso decidiu procurar um/a Coach.

 

Na 1ª sessão, comunicou-me qual era o resultado que desejava alcançar: alterar o seu tom de voz. 

 

Como gosto de, nas 1ªs sessões, conhecer melhor os meus Clientes, optei por lhe colocar a seguinte questão:

  • - Então, se bem percebi, gostaria de ter uma voz mais enérgica, mais convincente e mais carismática. 
  • - Sim - respondeu-me - Isso mesmo.
  • - Então diga-me: o que seria diferente na sua vida se tivesse uma voz enérgica, convincente e carismática? O que conseguiria ter, obter ou alcançar com esta mudança?

A resposta foi imediata:

  • - As pessoas levar-me-iam mais a sério.

Então, perguntei:

  • - E o que significa, para si, ser levado a sério?

O meu Cliente explicou-me:

  • - Bem, quando eu me sinto confiante, por exemplo, a minha voz é poderosa. Nessas alturas eu sinto que as pessoas me levam a sério. Sou mais assertivo, estou mais seguro, sinto-me mais à vontade. No entanto, quando estou mais em baixo ou mais inseguro, menos confiante (o que acontece muitas vezes, pois a vida nem sempre é fácil) isso nota-se logo na minha voz. Falo baixo, engulo as palavras, não olho as pessoas nos olhos. Não sei explicar, é uma sensação de fraqueza, de fragilidade. Sinto que as pessoas não me levam a sério, que não me respeitam. Sempre fui assim, mas agora, sinto que estou pior.

 

Eu sabia, pela minha experiência profissional, que o problema não estava no problema (no sintoma) mas sim na sua causa (nas emoções). 

O que o meu Cliente precisava de trabalhar não era tão exatamente o seu tom de voz, mas sim as emoções que o seu tom de voz refletiam. 

Eu sabia que, ao sentir-se seguro, confiante e carismático, a sua voz soaria inevitavelmente segura, confiante e carismática. 

O tom de voz era, apenas, o resultado do seu estado emocional. Era aquilo que em PNL se designa como um “resultado” e não a causa do problema.

 

Assim estabelecemos, em conjunto, um plano de 6 sessões de Coaching.  Durante este período, trabalhámos ferramentas para gerir, de forma rápida e definitiva, os estados emocionais que o limitavam. Transformámos a sua auto-perceção, reformulámos significados, e mudámos completamente a forma como se via a si próprio e como via os outros à sua volta. Desenvolvemos, assim, um conjunto de estratégias para alcançar o resultado desejado.

 

Ao fim de um mês, o meu Cliente era uma pessoa diferente! 

E a sua voz, obviamente, também…

 

As nossas emoções estão na base dos nossos comportamentos e os nossos comportamentos estão na base dos resultados que alcançamos.

Estados emocionais sem recursos geram comportamentos padronizados e resultados indesejados. Estados emocionais poderosos geram comportamentos criativos e resultados eficazes!   

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Criem-se novos hábitos
28 Janeiro 2017

Qual é o seu prato preferido? Que caminho costuma fazer no regresso a casa? Quando se veste de manhã, costuma começar pela parte inferior ou pela parte superior?

 

Desde a sequência de comportamentos que temos de manhã quando nos levantamos, até aos sítios onde costumamos ir almoçar, passando pela forma como nos vestimos, pelo modo como nos relacionamos ou pelos locais que frequentamos, todos temos hábitos muito enraizados.

 

Pesquisas muito recentes dizem que 95% dos nossos comportamentos são repetitivos, são habituais...

 

Estes hábitos ou padrões são bastante úteis e desempenham um papel muito importante no nosso sistema. Além de nos permitirem fazer imensas coisas sem ter que pensar nelas, deixam-nos tempo e espaço para novas aprendizagens, para novos comportamentos e para reconhecer situações menos comuns. De perigo, por exemplo!

O problema é quando queremos alterá-los. Umas vezes, nem temos consciência de que se trata de hábitos, de padrões de pensamento, de modelos de comportamento. Outras vezes, temos essa consciência, mas parece-nos muito difícil, para não dizer impossível, mudá-los. “São muitos anos” - dizemos... Mas será mesmo assim?

 

Imagine um pai que está sempre a gritar com o filho, com o propósito de o motivar. Quando for adulto, este jovem pode ter interiorizado uma forma de motivação que funciona pela negativa. E é muito bem capaz de desenvolver um diálogo interno igualmente negativo. O seu estado de motivação tem um preço: sentimentos negativos associados às palavras que o pai utilizava.

Com a PNL ele vai substituir estes sentimentos por um modelo de motivação positiva, construtiva e associada a sensações agradáveis.

 

Imagine um executivo que está com sérias dúvidas em relação a uma decisão que tem que tomar. Sente-se inseguro e confuso em relação às suas próprias capacidades. Questiona-se: ”Será que devo agir deste modo? Qual é a melhor opção? O que devo fazer? Estarei a perder mais uma oportunidade?”

A PNL vai ajudá-lo a substituir esta forma de pensar por um modelo mental mais positivo. Estas perguntas, por exemplo, serão substituídas por outras bem mais úteis e que geram estados mentais potenciadores: "O que preciso de saber para tomar esta decisão?", "Quais são os principais benefícios e como posso quantificá-los?”, entre outras.

 

Imagine uma atleta que, após vários meses de ausência, decide regressar às competições.

Entre outras estratégias, esta atleta vai, com a ajuda da PNL, vivenciar mentalmente os seus momentos de glória, momentos de êxito, de grande desempenho. Ao sentir a concentração e a energia desses momentos, ela vai aplicá-los no novo desafio. Fisicamente, pratica os exercícios próprios da modalidade desportiva. Mentalmente ensaia todos os seus movimentos básicos. E, assim, treina-se mentalmente para alcançar excelentes resultados. E eles, inevitavelmente, aparecem. Muito podem achar que esta atleta tem um talento natural, que já nasceu assim... No entanto, ela sabe bem o trabalho que lhe deu alcançar este “talento”.

 

A verdade é que todos nós, através da PNL, conseguimos alterar hábitos mentais, modelos limitadores, padrões negativos, ciclos viciosos. Nós somos “animais de hábitos” e, como tal, somos o resultado dos nossos próprios hábitos.

 

O homem que motivava o seu filho com um tom de voz negativo achava natural o seu comportamento porque era assim que estava habituado a falar. Nem sequer lhe ocorria fazer de forma diferente.

O executivo reconhecia que a sua estratégia era inútil em variadas situações, mas não sabia como mudá-la.

A jovem atleta sabia que tinha que alterar os seus hábitos e sabia que, para isso, tinha que se imaginar com esse novo hábito. Só assim a sua mente começaria a percorrer, naturalmente, os caminhos físicos e mentais necessários. Treinada nesse sentido, os resultados apareceram naturalmente.

 

A PNL permite mudar pensamentos e substituir comportamentos por outros que se tornarão igualmente habituais e acessíveis. Assim se alcança novos resultados.

 

Quer resultados diferentes? Crie novos hábitos!

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